Peptídeo aparece com frequência em conversas e raramente com contexto. Aqui vão primeiro os fundamentos, depois as considerações práticas.
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The Lele of kasai (1963) Purity and Danger: An Analisys of Concepts of Pollution an Taboo (1966) (edição em português: Pureza e perigo) Natural Symbols: Exploration in Cosmology (1970) Rules and Meanings. The Anthropology of Everyday Knowledge: Selected Readings (1973) Implicit meanings: Essays in Anthropology (1975) The World of Goods: An Anthropological Approach of the Theory of Consuption, em coautoria com Baron Isherwood (1976) Risk and Culture: An Essay on the Selection of Technological and Environmental Danger (1982), em coautoria com Aaron Wildalwsky How Institutions Think (1986) Missing persons: a critique of the social sciences (1988) with Steven Ney Risk and Blame: Essays in Cultural Theory (1992) Thought styles: Critical essays on good taste (1996) Leviticus as Literature (1999) In the Wilderness: The Doctrine of Defilement in the Book of Numbers (2001) Constructive Drinking: Perspectives on Drink from Anthropology (2002) Jacob's Tears: The Priestly Work of Reconciliation (2004) Thinking in Circles (2007) Em português Livros
Fontes: pt.wikipedia.org
Levítico como literatura. São Paulo: Ed. Loyola, 2019. O mundo dos bens - para uma antropologia do consumo. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2013. ISBN 978-8571083738 Risco e cultura: um ensaio sobre a seleção de riscos tecnológicos e ambientais.Rio de Janeiro: Campus, 2012. ISBN 9788535255669 Como as instituições pensam. São Paulo: EDUSP, 2007. ISBN 978-8531404559 As lágrimas de Jacó - o trabalho sacerdotal da reconciliação. São Paulo: Ed. Loyola, 2010. Pureza e perigo. São Paulo: Perspectiva. ISBN 9788527309080 Artigos
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Racionalismo e crença. Mana, v.5, n.2, p. 145-156, 1999. Os Lele revisitados, 1987 acusações de feitiçaria à solta. Mana, v.5, n.2, p. 07-30, 1999. O mundo dos bens, vinte anos depois. Horizontes antropológicos, Porto Alegre, v. 13, n. 28, p. 17-32, Dec. 2007.
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Originalmente, uma tocha, archote ou facho era uma fonte portátil de fogo usada como fonte luminosa, habitualmente consistindo de um pau com um dos seus extremos envolto num pedaço de pano empapado de breu e/ou algum outro material inflamável, em tempos em que não existia luz elétrica. As tochas eram com frequência apoiadas num candelabros no alto das paredes, para que iluminassem algumas estruturas de pedra, como castelos ou criptas. Se a tocha for feita de enxofre misturado com cal, o fogo não diminuirá mesmo depois de ter sido introduzida em água. A tocha transportada em percurso por atletas em corta-mato é usada para acender a Chama Olímpica, a qual arde sem interrupção até aos seguintes Jogos Olímpicos. Estas tochas foram introduzidas pela primeira vez por Carl Diem, responsável pelos Jogos Olímpicos de Verão de 1936 já que durante os Antigos Jogos Olímpicos no Templo de Hera em Olímpia ardia uma chama quando estes decorriam. A cineasta Leni Riefenstahl, que dirigiu o filme oficial dos Jogos Olímpicos de Verão de 1936, filmou no início da obra o percurso da tocha entre Olímpia e Berlim.
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Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Peptídeo)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Peptídeo)