Peptídeo aparece com frequência em conversas e raramente com contexto. Aqui vão primeiro os fundamentos, depois as considerações práticas.
Revisado em 2025-12-24. O que continua em debate é marcado como tal.
== Mecanismo e função == As dessaturases tipo 1 têm um sítio ativo diferro que recorda o da metano monooxigenase. Estas enzimas são dependentes de O2, consistente com a sua função de hidroxilação ou de desidrogenação oxidativa. Todas as dessaturases produzem ácidos gordos insaturados. Os ácidos gordos insaturados ajudam a manter a estrutura e função das membranas. Os ácidos gordos altamente insaturados (HUFAs) incorporam-se aos fosfolípidos e participam na sinalização celular. Os ácidos gordos insaturados e as suas gorduras derivadas aumentam a fluidez das membranas.
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== Função no metabolismo humano == As ácido gordo dessaturases aparecem em todos os organismos, por exemplo, bactérias, fungos, plantas, animais e humanos. Nos humanos, há quatro atividades de dessaturase, realizadas por: Δ9-dessaturase, Δ6-dessaturase, Δ5-dessaturase e Δ4-dessaturase.
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Δ9-dessaturase (EC 1.14.19.1), também conhecida como estearoil-CoA dessaturase-1 (SCD1), utiliza-se para sintetizar ácido oleico, um componente monoinsaturado ubíquo em todas as células do corpo humano e o maior ácido gordo dos triglicerídios do tecido adiposo de mamíferos, sendo também usado para a síntese de fosfolípidos e ésteres de colesterol. A Δ9-dessaturase produz ácido oleico (C18H34O2; 18:1-n9) dessaturando o ácido esteárico (C18H36O2; 18:0), um ácido gordo saturado que pode ser sintetizado no corpo a partir do ácido palmítico (C16H32O2; 16:0) ou ingerido diretamente. Δ6-dessaturase (EC 1.14.19.3) é necessária para a síntese de ácidos gordos altamente insaturados como o eicosapentaenoico e o docosa-hexaenoico (sintetizados a partir do ácido α-linolénico); ácido araquidónico e ácido adrénico (sintetizados a partir do ácido linoleico). Este é um processo multietapas que necessita das ações sucessivas de enzimas elongase e dessaturase. O gene que codifica a produção de Δ6-dessaturase localizou-se no cromossoma 11 humano e denomina-se FADS2. A Δ5-dessaturase (EC 1.14.19.44) é necessária para a síntese de ácido araquidónico. O gene correspondente é o FADS1 do cromossoma 11. A Δ4-dessaturase (EC 1.14.19.-) é necessária para a síntese de ácido docosa-hexaenoico. O gene responsável é o FADS2 do cromossoma 11. A síntese de LC-PUFAs em humanos e muitos outros eucariotas começa com:
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ácido linoleico (C18H32O2; 18:2-n6) → dessaturação Δ6 → ácido γ-linolénico (C18H30O2; 18:3-n6) → elongase específica de Δ6 (que introduz dois carbonos) → ácido di-homo-gama-linolénico (C20H34O2; 20:3-n6) → Δ5-dessaturase → ácido araquidónico (C20H32O2; 20:4-n6) → também endocanabinoides. ácido α-linolénico (C18H30O2; 18:3-n3) → dessaturação Δ6 → ácido estearidónico (SDA: C18H28O2; 18:4-n3) e/ou → elongase específica de Δ6 → ácido eicosatetraenoico (C20H32O2; 20:4-n3) → Δ5-dessaturase → ácido eicosapentaenoico (C20H30O2; 20:5-n3). Os vertebrados são incapazes de sintetizar ácidos gordos poli-insaturados porque não possuem as ácido gordo dessaturases necessárias para "converter ácido oleico (18:1n-9) em ácido linoleico (18:2n-6) e ácido α-linolénico (18:3n-3)". Os ácidos linoleico e α-linolénico são essenciais para a saúde e desenvolvimento humano e, portanto, devem ser consumidos na dieta. A sua ausência origina o desenvolvimento de uma ampla variedade de doenças, como transtornos metabólicos, cardiovasculares, processos inflamatórios, infeções virais, certos tipos de cancro e doenças autoimunes. As ácido gordo dessaturases humanas são: DEGS1; DEGS2; FADS1; FADS2; FADS3; FADS6; SCD4; SCD5. Nem todas elas estão incluídas na via "canónica" do metabolismo de ácidos gordos acima: algumas destas preferem atuar sobre as caudas dos esfingolípidos em vez de sobre moléculas de acilo gordo-CoA; outras não se expressam no local adequado para tomar parte significativa nessa função.
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Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Peptídeo)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Peptídeo)